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Nova York: roteiro de 5 dias na Big Apple com o Blog Mala de Viagem

Por Anna Cláudia Rodrigues – Blog Mala de Viagem

Você costuma fazer roteiros antes de viajar? Eu sempre faço, pois acho muito importante ter uma viagem organizada e produtiva. Agora que já fiz e utilizei o meu roteiro de 5 dias em Nova York, estou pronta para compartilhar tudo com você, e desde já torcendo para que ele lhe seja útil como foi pra mim, e você que você curta muito a Big Apple, assim como eu curti.

Embora eu reconheça a importância de um roteiro, eu sou a causa dele, e não consequência. Isso significa que eu não me importo em fazer alterações no decorrer da viagem, acrescentar uma coisinha ali, tirar outra aqui, conforme eu entender necessário.

O fato é que quando a gente organiza um roteiro, estamos trabalhando com probabilidades (como ausência de chuva, tempo gasto em cada atração, filas dentro do esperado, etc.), que nem sempre se confirmam.

Outras vezes, deixamos uma manhã inteira para determinada atividade, e quando chegamos ao local, descobrimos que duas horas já foi suficiente.

Diante desses “imprevistos”, sinto-me totalmente livre para alterar meu roteiro, invertendo ordem, alterando horários, incluindo ou retirando atividades.

Agora que já esclareci a importância do roteiro de viagem, vamos ao que mais interessa… Mas antes, só mais uma informação relevante:

Nova York CityPass

Se você pretende visitar as atrações que serão descritas no meu roteiro, recomendo que compre o New York City Pass, que se trata de um combo de ingressos que dá direito a seis atrações em Nova York. A economia chega a até 42% do valor dos ingressos se os atrativos fossem comprados individualmente.

O NY CityPass custou 126 dólares por pessoa e é uma boa opção, desde que você queira conhecer/visitar todas as seis atrações da lista (caso contrário é melhor fazer a conta de cada atrativo individualmente para ter certeza se compensa o pacote).

Além da economia, a segunda vantagem é poupar tempo na fila para comprar o ingresso. Todavia, você não “fura fila” para entrar na atração.

A compra é efetuada pela internet, no site oficial. É possível pagar com PayPal.

Efetuada a compra, você receberá o voucher no seu e-mail, bastando imprimi-lo ou salvá-lo no celular (como for melhor pra você na hora de apresentar o código de barras).

Agora sim: voltemos ao assunto principal desse post…

Roteiro de 5 dias em Nova York

Sinta-se livre para fazer alterações conforme a sua necessidade. Eu mesma, como já disse, precisei fazer algumas – mudei a ordem, o horário e até dia de algumas atrações, pois tive que me adequar às condições climáticas (nevou e choveu no primeiro e no último dia da viagem).

Central Park NY

Roteiro em Nova York – dia 1

Museu de História Natural | Central Park | Metropolitan (MET) | Show da Broadway

Museu de História Natural:

Quem lembra do filme “Uma noite no museu”? Ele foi gravado no Museu de História Natural.

O museu é muito grande, com mais de 50 ambientes em 5 andares, assim, o ideal é pré-selecionar as áreas de maior interesse. Eu indico principalmente o hall com fósseis de mamutes, vida no oceano, hall do Universo e toda a ala dos dinossauros.

Museu de História Natural conforme o andar:

  • Subsolo:  (Lower Level) praça de alimentação e lojinha (Hall of the Universe).
  • Primeiro andar: vida oceânica. É lá que fica a réplica de uma baleia gigante pendurada no teto. Você verá dioramas de animais conservados por taxidermia, que é uma técnica de preservação da forma da pele, planos e tamanho dos animais.
  • Segundo andar: conservatório de borboletas (funciona de outubro a maio); Asian Mammals; povos africanos; aves do mundo todo, animais do México e da América Central.
  • Terceiro andar: anfíbios; primatas; répteis; índios das planícies e das florestas do leste;  exposição espacial; Hayden Planetarium (filme Journey to the Stars sobre a evolução da Terra); Earth and Planetary Sciences Halls e Rose Center for Earth and Space (salas que contam a história do universo).
  • Quarto andar: dinossauros, com uma grande coleção de fósseis reais.

Ao entrar pegue um mapa do museu para se localizar melhor.

CityPass NY: esse museu é uma das atrações do CityPass. Caso você opte por não comprar o CityPass e ainda assim queira visitar o museu, saiba que para conhecê-lo não é cobrado um valor exato. Sugere-se 20 dólares por pessoa, mas você está livre para decidir quanto quer pagar.

Museu de História Natural NY

Central Park:

O Central Park é meu parque preferido no mundo (pelo menos até agora). Ainda não tive a oportunidade de visitá-lo em dias de verão, pois estive em Nova York duas vezes até hoje, e ambas no inverno.

O parque ocupa o centro de Manhattan (da rua 59 até a 110, entre a 8ª Avenida a oeste, e 5ª Avenida a leste), e é imenso.

Quanto mais disposição você tiver para andar, melhor! Uma atração grátis e que figura na lista das preferidas em Nova York.

Vou citar alguns pontos de interesse dentro do parque para que você passe por todos eles, ou pelo menos por aqueles que te chamarem mais atenção:

  • Shakespeare Garden: trata-se de um lindo jardim, logo, mais indicado para visitas feitas durante os meses de primavera/verão. O jardim é composto por plantas e flores descrita nas obras de Shakespeare. Está localizado no meio do Central Park, próximo ao Delacorte Theater e ao Belvedere Castle (o acesso mais fácil é pela 79th Street Transverse).
  • Belvedere Castle: trata-se de uma “fortaleza” dentro do Central Park. Construído em 1865, é o ponto mais alto do parque, de onde é possível observar os gramados do Great Lawn. Funciona como sede do Observatório Meteorológico de Nova York, além de sediar o centro educacional Henry Luce Nature Observatory (relacionado à fauna e flora do parque). Uma curiosidade é que o castelo foi cenário do filme “Os Smurfs”, em 2011.
  • Great Lawn: um imenso gramado rodeado de quadras de baseball. Ótimo para um picnic.
  • Bow Bridge: linda ponte em estilo vitoriano com piso de ipê.
  • Estátua da Alice: (lado leste, 75 Street) trata-se de uma estátua de bronze da Alice, Chapeleiro Maluco e Coelho Branco, que foi feita pelo escultor espanhol José de Creeft e doada em 1959 pelo filantropo George Delacorte.
  • Conservatory Water: é um lago onde as pessoas brincam de “modelismo naval”. Ao redor do lago está a estátua da Alice no País das Maravilhas.
  • Bethesda Fountain e Bethesda Terrance: cena de vários filmes e seriados. Como era inverno, a fonte estava desligada (uma pena).
  • Woolman Rink: uma atração clássica para quem visita o Central Park no inverno – a pista de patinação no gelo.
  • The Gapstow Bridge: é a famosa ponte do filme Esqueceram de mim, lembra?
  • Strawberry Fields: pedacinho do Central Park dedicado a homenagear o Beattle John Lenon. O Strawberrry Fields fica próximo ao “Dakota Building”, último local de que John Lennon morou, e onde foi assassinado em 1980.

Para não se perder dentro do Central Park (são 340 hectares ou 153 quadras), faça o uso do app Google Maps. Assim você identifica mais fácil os pontos de interesse e traça as rotas adequadas. Caso prefira, o parque também tem um app próprio, com mapas, GPS e informações sobre as atrações e pontos de interesse.

Central Park

Metropolitan Museum of Art:

O MET é um dos museus mais importantes do mundo, com um acervo gigantesco. Os pontos fortes do museu são as pinturas europeias dos séculos XIII a XX e a arte antiga. Talvez essas sejam apenas uma das razões pela qual o Metropolitan Museum of Art já apareceu mais de uma vez na lista dos três pontos turísticos mais visitados do mundo!

Está na Quinta Avenida em Nova York, do ladinho do Central Park, um luxo!

O ideal, como em todo grande museu, é pesquisar com antecedência o que você deseja conhecer. Como estamos tratando de um roteiro de 5 dias, seria inviável passar um dia inteiro só no MET. Eu indico 3 a 4 horas, que foi mais ou menos o nosso tempo para visitar o museu (leia-se: as partes que mais nos interessou).

O MET possui mais de 2 milhões de itens… Entendeu porque é ideal ter uma prévia noção do que quer conhecer lá dentro?

E aí vale o gosto pessoal. Eu adoro tudo que remete ao Egito antigo, e nessa parte o museu é show também.

Sarcófagos ornamentados, múmias, um templo egípcio inteiro (o Templo de Dendur foi um presente do Egito aos EUA em razão da colaboração no resgate dos templos de Abu Simbel – foi trasportado peça por peça do Egito para o MET, onde foi remontado), são alguns exemplos dessa ala.

Destaque especial para as pinturas europeias, que incluem obras renomadas de artistas como Van Gogh, Monet, Velásquez, Holbein, El Greco, Rembrandt, Giotto, Gauguin, Vermeer, Hals, entre outros.

O setor das esculturas greco-romanas me agradam profundamente também. Nessa sessão é muito comum encontrar pessoas reproduzindo as obras/desenhando as esculturas.

Ao entrar pegue um mapa do museu para se localizar melhor.

CityPass NY: esse museu é uma das atrações inclusas no CityPass. Caso você opte por não comprar o CityPass e ainda assim queira visitar o museu, saiba que para conhecê-lo não é cobrado um valor exato. Sugere-se um valor  por pessoa, mas você está livre para decidir quanto quer pagar.

Metropolitan Museum of Art MET

Show da Broadway:

Uma vez em Nova York, assista a pelo menos um show da Broadway. São lindos!

Tivemos a oportunidade de ver “O Fantasma da Ópera” e “Chicago”. O primeiro é clássico, muito emocionante… Mas o segundo é a minha indicação!

O espetáculo “Chicago”, ao contrário do “O Fantasma da Ópera”, não é indicado para crianças. É a reprodução do filme, mas numa versão melhor.

Escolhemos esses dois espetáculos porque optamos por comprar ingressos promocionais na TKTS, que vende ingressos bem abaixo do preço original (até 50% de desconto).

Comprar ingresso pela TKTS é bom para quem não faz questão de assistir a um espetáculo específico, visto que não é todo e qualquer espetáculo que estará disponível com ingressos promocionais.

Por exemplo: dificilmente você terá a oportunidade de comprar na TKTS um ingresso para os espetáculos da Disney ou para os lançamentos. Recentemente foi lançado o espetáculo “Frozen” – se fizer questão de assisti-lo, deve comprar com antecedência.

Musicais há mais tempo em cartaz (principalmente os que não são da Disney), são os mais fáceis de encontrar com desconto.

Os ingressos da TKTS são comercializados pela proprietária TDF (Theatre Development Fund), que cobra uma taxa adicional de US$ 4,50 por ingresso, para manter a fundação.

Apenas ingressos para shows daquele mesmo dia é que são comercializados, ou seja, eu não posso comprar na quarta-feira ingresso para o espetáculo da quinta.

Há três bilheterias TKTS em NY:

  • Times Square (embaixo da escadaria vermelha): que foi onde compramos (é o lugar mais procurado e com mais fila, mas nos dias que precisamos comprar, a fila foi rápida).
  • South Street Seaport: fica na 199 Walter Street – esquina da Front Street e John Street. Não é muito procurada, logo, tem menos fila.
  • Downtown Brooklyn: fica na 1 Metrotech Center  – esquina da Jay Street e Myrtle Avenue Promenade. Também não tem muita fila.

Você pode baixar o app da TKTS para acompanhar quais espetáculos estão com ingressos promocionais disponíveis, o percentual desse desconto, e o horário de abertura de cada uma das TKTS de NY. Caso não queira acompanhar pelo app, no site oficial também você também encontrará essas informações.

É muito importante que você confira antes o horário de funcionamento da TKTS que você irá, pois quanto antes for, mais chance de conseguir ingressos com melhores descontos e/ou melhores lugares no teatro.

Inclua no seu roteiro um tempinho para passar nos guichês e garantir seus ingressos.

Roteiro em Nova York – dia 2

Chelsea Market| The Highline| Washington Square| Madison Square| Empire State

Chelsea Market:

Chelsea Market atualmente é um dos mercados mais famosos de Nova York. Com dezenas de restaurantes, cafés, opções de comida rápida, é uma boa opção para seu café da manhã, almoço, lanche ou jantar. Seja qual for a hora do dia, sempre encontrará uma opção legal.

Se for para almoço, a dica é comer a lagosta do The Lobster Place.

Como não estávamos na vibe da lagosta, preferimos experimentar os tacos do Tacos n. 1.

Se for para o café da manhã ou lanche, a boa pedida é o Amy´s Bread.

The Highline:

Em cima do Chelsea Market está o The Highline – conhecido também como “parque suspenso”.

O The Highline foi construído sob os antigos trilhos de uma linha de trem desativada, então é bem diferente dos parques tradicionais. Caminhe por ele apreciando os detalhes e todo o movimento lá embaixo. Aproveite o passeio.

Caminhamos pelo The Highline até chegar no Whitney Museum (mas não entramos no museu) – que fica em um prédio moderno. No museu, caso decida entrar, você encontrará arte americana moderna e contemporânea.

The Highline

Magnolia Bakery: 

Aproveitando que já está por ali mesmo, talvez você consiga incluir uma passadinha na Magnolia Bakery no seu roteiro (Sex and the City moment) e comer um cupcake ou um banana pudding.

Gansevort Market:

Se já for hora de comer de novo, que tal o Gansevort Market? Alguns dizem que é até melhor do que o famoso Chelsea.

Trata-se de mais um mercado com diversas opções gastronômicas. Sem dúvida uma boa opção para se fazer uma refeição, em razão da variedade de opções.

Não visitamos o Gansevort dessa vez, mas por ouvir boas indicações sobre o local, deixo ele como dica aqui também.

Madison Square, Flatiron Building e Washington Square:

Na parte da tarde visite a charmosa Madison Square, o lindíssimo Flatiron Building (o “prédio da esquina”) e o Washington Square Park.

A Madison Square é a praça localizada praticamente na frente do Flatiron Building (entre a Fifth Avenue, a Broadway e a 23rd Street), um dos primeiros arranha-céus construído em Nova York, inaugurado em 1902, com 87 metros de altura e 22 andares.

Sei que é um julgamento difícil, mas o Flatiron é o meu prédio preferido da cidade.

Logo atrás da praça Madison está outro prédio icônico: o Met Life Building, conhecido por seu grande relógio.

Madison Square Flatiron Building

Caso já seja hora de comer mais uma vez, a dica é o Eataly de Nova York (mistura de mercado gourmet, com opções de restaurantes finos, restaurantes, lanches rápidos, doces, sorvetes, etc.). O Eataly fica ao lado do Flatiron Bulding (sei que dei muitas opções de comida para o mesmo dia, mas caso não consiga provar tudo neste dia, pode retornar de metrô outro dia).

Nas redondezas também está a Washington Square. O nome “Washington Square” é uma homenagem a George Washington. É lá que está o “Arco do Triunfo” de Nova York.

Washington Square

Empire State Building:

Finalize o dia subindo no Empire State Building. Se conseguir chegar um pouco antes do sol se por, terá a vantagem de, com uma só subida, observar Nova York sob a luz do dia e depois já com todas as suas luzes.

Por 40 anos (até 1970) o Empire State Building foi o prédio mais alto do mundo (entre 1931-1970).

O acesso ao Empire State Building está incluso no CityPass NY, sendo possível duas visitas no mesmo dia (durante o dia e já a noite). Porém, tente subir no final do dia, para economizar tempo.

Empire State Building

Roteiro em Nova York – dia 3

Brooklyn Bridge| Arredores do Brooklyn| Show da Broadway

A caminhada pela Brooklyn Bridge foi um dos meus passeios preferidos na cidade. Quanto mais cedo você for, menos turista encontrará na ponte.

Chegamos até as redondezas de metrô (descemos na estação do Oculus) e caminhamos dali em diante.

A estação City Hall Park fica bem próxima à Brooklyn Bridge.

A ponte possui 2 quilômetros de extensão sobre o rio East. A vista é absolutamente incrível.

 Brooklyn Bridge

Ao chegar no Brooklyn, você poderá passear pela região conhecida como D.U.M.B.O (Down Under The Manhattan Bridge Overpass), um antigo bairro industrial cheio de galpões reformados – achei bem legal a vibe do local.

É ali que você poderá tirar a desejada foto da Manhattan Bridge vista da esquina das ruas Washington e Waters, passear pelo Brooklyn Bridge Park, conhecer o Jane’s Carousel e apreciar a bela vista de Manhattan.

Para comer, as dicas são as pizzarias Grimaldi’s e Juliana’s, e a sorveteria Brooklyn Ice Cream Factory. Porém, optei por uma refeição mais saudável nesse dia e comi um bowl na Sweet Green (na mesma rua que tirei a foto da Manhattan Bridge).

Se o dia escolhido para passear pelo Brooklyn for um domingo, lembre-se que terá a oportunidade de conhecer a Smorgasburg, uma feira de rua agitada, com opções de comida e bugigangas (no bom sentido).

Quando estiver no Brooklyn, aproveite para passar na TKTS (fica na 1 Metrotech Center  – esquina da Jay Street e Myrtle Avenue Promenade) e comprar seu ingresso para algum show da Broadway com desconto.

Na volta pegamos metrô no Brooklyn até a estação do Oculus e passamos ainda na Century 21 para fazer umas comprinhas.

Brooklin Bridge

Roteiro em Nova York – dia 4

Grand Central| Biblioteca e Bryant Park| Times Square| Love e Hope Sculpure| MOMA| Rockfeller Center

Grand Central:

O Grand Central Terminal é a principal estação de trem de Nova York e uma das mais movimentadas dos Estados Unidos.

O edifício em que está o terminal foi inaugurado em 1913, e é decorado com o maior relógio de vitrais Tifanny do mundo, além de esculturas dos deuses Mercúrio, Minerva e Hércules.

A beleza interior também é notável. Seu saguão possui, no centro, além do quiosque de informações, um relógio de ouro maciço. Sua escadaria de mármore é réplica da escadaria da Ópera Garnier, em Paris.

O Grand Central já foi cenário de vários filmes e seriados. Comece a reparar que você confirmará a informação.

Grand Central

Biblioteca e Bryant Park:

A poucos metros do Grand Central está a Biblioteca Municipal de Nova York e o Bryant Park.

Pela entrada lateral da biblioteca, é possível fotografar o prédio da Chrysler, um dos mais belos de Nova York.

Indico a visita ao interior da biblioteca, pois parece mesmo coisa de filme. Seria ótimo ter uma biblioteca assim por aqui.

O parque também é uma graça. Embora pequeno, é sempre movimentado, e no inverno montam uma pista de patinação no gelo bem ali, entre os prédios.

Biblioteca e Bryant Park:

Times Square:

Saindo da biblioteca pela 6th Ave, bastará virar à esquerda na rua 42th e depois à direita na Broadway. Assim você já estará na Times Square.

Sem dúvida você passará na Times Square mais de uma vez durante sua viagem. Vale à pena percorrer a Times, admirar os painéis coloridos, luzes, cores… É, sem dúvida, a avenida mais turística da cidade, mas vou confessar que eu adoro!

Visite as lojas mais famosas: MM´s World, Hershey’s Chocolate World, Disney Store…

Times Square

Love & Hope Sculpture:

Uma passadinha rápida na Love Sculpture não atrapalha o roteiro de ninguém (além de garantir fotos lindas).

A escultura fica na esquina da 6 Ave com 55th.

Ali pertinho também está a Hope Sculpture, que representa a esperança de mudar o mundo e transformá-lo em um lugar melhor. Tão linda quanto a primeira.

A escultura Hope fica na esquina da Broadway, entre e a 7th Ave e a 8th Ave.

Love Sculpture

MOMA:

Não tivemos tempo suficiente para visitar o MOMA (ele não é atração incluída no CityPass), mas já ouvi muita gente dizendo que tem ele como seu museu preferido em Nova York.

Algumas das obras mais famosas do MOMA: A Dança – Matisse; As Damas de Avalon – Picasso; A Persistência da Memória – Dali; A noite Estrelada – Van Gogh; Water Lily’s – Monet; Coleção de Marylin Monroes – Andy Warhol; Fueling Chang and I – Frida Kahlo; Adele Bloch-Bauer – Gustav Klimt; O Grito – Edward Munch.

Rockefeller Center e Top Of The Rock:

O Rockefeller Center também é uma visita rápida e indispensável em Nova York. Ao menos que você queira patinar no gelo (se for inverno), será uma passadinha de poucos minutos para fotos.

Rockfeller center

Depois das fotos siga para o Top of the Rock. O horário é por agendamento e depende da lotação do dia. Nós queríamos subir antes do sol de por, mas quando chegamos, o horário já estava preenchido e tivemos que aguardar uma hora até nossa vez.

Comparando a vista do Empire State Building com a do Top of the Rock, gostei mais dessa. Isso porque no Empire há muitas grades (as fotos não ficam muito boas), enquanto no Top é tudo em vidro. Além disso, do Top você consegue ver o Empire, que é um prédio lindíssimo também.

O acesso ao Top of the Rock também está incluso no CityPass NYC.

Top of the rock

Roteiro em Nova York – dia 5

Estátua da Liberdade | Financial District| Wall Street | Observatório One World| Oculus

Battery Park

O Battery Park fica ao sul da ilha de Manhattan, bem no encontro dos rios Hudson e East.

O local já foi utilizado para fins defensivos. Lá você poderá ver os canhões instalados pelos holandeses.

Ali no Battery Park está o Castle Clinton, onde funciona a bilheteria para a Estátua da Liberdade. O Castle Clinton, que já foi um forte, hoje é patrimônio de NYC.

Existem muitos carrosséis espalhados por Nova York, e um dos mais lindos está no Battery Park – o chamado Seaglass, que com seus peixinhos coloridos faz a alegria da criançada.

Estátua da Liberdade

A Estátua da Liberdade foi um presente da França para os EUA em comemoração aos 100 anos da independência americana, em 1876.

A Estátua ficou pronta em 1884 (inclusive Alexandre Gustave Eiffel foi um dos arquitetos responsáveis), quando então foi desmontada e enviada de barco para os EUA. A inauguração foi somente em 1886.

Chegando no Battery Park, saiba que mesmo com o CityPass em mãos, antes de entrar na fila para pegar o ferry, é necessário trocar o voucher por um ingresso no Castle Clinton.

Os ferries que fazem o trajeto até a ilha são os Statue Cruises (únicos autorizados a embarcar e desembarcar na Liberty Island). Outras empresas oferecem apenas passeios panorâmicos (que chegam perto da ilha, mas não desembarcam).

Chegamos cedo, mas não foi cedo o suficiente. A fila não estava muito grande, mas foi, sem dúvida nenhuma, a fila mais demorada que já enfrentei (em razão das inspeções de segurança).

A primeira opção para não perder tanto tempo na fila, é chegar cedo. E cedo aqui significa chegar no máximo até 8 horas. Os cruzeiros rumo à estátua partem a partir das 8h30min.

A segunda opção é comprar um ingresso reservado com agendamento de horário no site oficial (só descobri isso depois, mas como eu já tinha o CityPass, não iria comprar um novo ingresso). E é justamente essa fila de agendamentos que faz a fila comum demorar tanto.

Chegando na ilha, existem três tipos de visitação: coroa, pedestal ou apenas visita a ilha da estátua. O CityPass inclui apenas a última opção (as demais opções exigem agendamento prévio e pagamento de valor extra).

Concluída a visita pegue de novo o ferry da Statue Cruises de volta a Manhattan. Porém, antes de desembarcar em Manhattan, você pode parar em Ellis Island, no Museu da Imigração, que conta a história dos imigrantes que desembarcaram em Nova York e ajudaram a fundar a cidade.

A última opção é pegar um ferry com uma das empresas que fazem a vista panorâmica. Você chegará perto da Estátua, mas não desembarcará na ilha.

Estátua da Liberdade

Charging Bull:

O “Touro de Wall Street” – The Charging Bull é uma escultura dourada enorme que já caiu no gosto dos turistas há anos.

Diz a lenda que tocar nos chifres e nas “bolas” do touro traz sorte.

Conforme a história, certo dia o escultor Antonio Di Modica colocou a escultura na porta da bolsa de valores de Nova York no meio da noite. O touro foi “encontrado” no dia seguinte e gerou muita polêmica.

Obviamente ofoi retirado da porta da bolsa de valores, mas permanece no distrito financeiro (não na Wall Street, apesar do nome, mas sim na intersecção da Broadway com a Morris Street).

A outra parte da história é que há poucos anos, no dia internacional da mulher, uma menininha foi colocada na frente do touro, como se estivesse enfrentando-o. A escultura, que era para ser provisória, fez tanto sucesso, que decidiram torná-la permanente.

 The Charging Bull

Wall Street:

Na Wall Street, dentre outras coisas, está a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e o Federal Hall, que foi sede do primeiro palácio presidencial, do primeiro Congresso e da primeira Suprema Corte dos Estados Unidos. Hoje o Federal Hall funciona como museu da história da democracia do país.

Trinity Church:

No meio do distrito financeiro você irá se deparar com a igreja anglicana Trinity Church, construída em 1846. A igreja possui um cemitério antigo (a cena é no mínimo estranha: imagine um cemitério bem no meio do distrito financeiro da cidade?). Vale à pena passar para conhecer, nem que seja só pelo lado de fora.

Memorial 11 de Setembro e Museu do Memorial 11 de Setembro

Quando estive em Nova York pela primeira vez, o 9/11 Memorial ainda estava sendo construído.

Tratam-se de duas grandes fontes construídas exatamente na área de cada uma das torres gêmeas.

As fontes de águas contínuas e profundas simbolizam a vida das pessoas que faleceram nos atentados, inclusive, o nome dessas pessoas está escrito na borda das fontes.

O museu conta toda história dos atentados, sob os olhos de quem viu e sobreviveu. Muitas imagens, vídeos, objetos… Tudo concentrado no mesmo lugar: fundação das antigas torres gêmeas.

No museu também há o que restou das torres após os atentados. É mais uma das atrações incluídas no CityPass.

Memorial 11 de Setembro e Museu do Memorial 11 de Setembro

One World Trade Center:

Em 2006 foi inciada a construção do One World Trade Center. Foram oito anos para que o edifício de 540 metros ficasse pronto.

O One World simboliza o renascimento de Nova York e o observatório em seu todo (com uma visão 360 graus de Manhattan) é o ponto mais alto da cidade.

Os ingressos (comprados com antecedência) são com hora marcada. Não visitamos o topo do One World, mas já deixo registrado que é uma das coisas que quero fazer na próxima ida a Nova York.

One World Terminal (Oculus):

Passamos diversas vezes pelo Oculus, pois é um terminal (leia-se: ao lado de uma estação de metrô) que dá acesso a outros pontos turísticos do meu roteiro. No dia que fomos ao Brookyn, a estação de parada também foi o Oculus.

Para esclarecer melhor do que se trata, o One World Terminal, que também é conhecido simplesmente como Oculus, é um prédio mega moderno, inclusive há um shopping em seu interior.

Visto de fora, o Oculus parece uma escama de peixe. Achei sensacional tanto por dentro, quanto por fora.

One World Terminal (Oculus):

Nesse dia do roteiro, almoçamos do Le District (uma espécie de Eataly Francês), inaugurado em 2015 no shopping Brookfield Place, que tem uma passagem subterrânea para a estação de trem PATH e para o shopping Westfield, que fica no Oculus.

5ª Avenida:

Caso não tenha conseguido incluir um passeio pela 5ª Avenida ainda, aproveite as horinhas do último dia da sua viagem para fazer isso.

Trata-se de uma das avenidas mais caras do mundo, repleta de lojas luxuosas e aluguéis a preços inimagináveis.

Vale dar uma passadinha na Loja de Vidro da Apple. Para comer indico a praça de alimentação do hotel The Plaza, ao lado do Central Park.

Dicas finais:

  • Aproveite dias ensolarados para fazer passeios externos. Em dias chuvosos aproveite para visitar museus. Eu acompanhei a previsão do tempo durante toda a viagem, mas ela mudou várias vezes, então provavelmente você precisará fazer algumas adaptações no roteiro para se encaixar com as condições climáticas (principalmente se for inverno).
  • Use e abuse do Google Maps – ele te ajuda a se localizar e traçar rotas.
  • NYC Subway é o app de metrô em Nova York. Baixei o app, mas acabei usando mais o Google Maps. De qualquer forma, com os dois em mãos, você conseguirá facilmente se localizar e saber qual metrô pegar.
  • Quanto ao metrô, é normal ficar meio perdido no primeiro dia, mas logo você pega o jeito. A dica principal é se lembrar que “UPTOWN” é sentido Central Park (estando você entre o Central Park e o sul de Manhattan), e “DOWNTOWN” é sentido Brooklyn.
  • Para um roteiro de 5 dias, vale à pena adquirir o pacote semanal de metrô por 32 dólares por pessoa. A compra é feita dentro da estação, nas máquinas de venda de passe. É fácil e pode ser pago com dinheiro ou cartão (melhor com cartão, pois dizem que o troco vem em moedas).
  • Metrô e andar à pé são as melhores formas para se locomover em Nova York. A combinação dos dois é a perfeita forma de locomoção na cidade.
  • Use metrô para ir do aeroporto ao hotel e vice-versa – opção muito mais barata e rápida. O problema só surge se você estiver com muitas malas. Usamos metrô apenas na volta (aeroporto – hotel), e nos arrependemos de pegar Uber na ida, pois é tão simples e barato usar o metrô, que não faz sentido gastar entre 70 a 80 dólares com Uber ou taxi.

Espero ter ajudado e te desejo uma ótima viagem!

Até a próxima.

Anna – Blog Mala de Viagem

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