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As 10 vacinas mais importantes na hora de viajar

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Na hora de viajar, as preocupações com relação à saúde devem estar na lista de prioridade, já que para aproveitar o roteiro que você criou é necessário estar saudável para curtir ainda mais a viagem. Acompanhando essa linha, também é preciso lembrar das vacinas, que são grandes aliadas para prevenir possíveis doenças.

Quando falamos de viagens nacionais ou internacionais, as vacinas sempre estão presentes. Afinal de contas, algumas são altamente recomendadas e outras até mesmo obrigatórias.

Para seguir caminho com tranquilidade, confira a lista que os 10 Melhores separou das vacinas mais importantes e fique atento às condições do seu destino! 

As 10 vacinas mais importantes na hora de viajar
Crédito da imagem: crfmg

Poliomielite

A poliomielite é uma doença viral que pode se manifestar de diversas formas e atinge principalmente as crianças. As características dela variam e podem ser fatais: pode estar presente em um simples quadro de febre sem um dano aparentemente grave e também pode estar em formas de paralisia.

Periodicidade: Enquanto criança, são dadas três doses ao longo do primeiro ano de vida. O reforço acontece entre os 15 e 18 meses e aos 5 anos de idade. Após esse tempo, a cada 10 anos deve ser feito novo reforço para assegurar a proteção completa. Os adultos que já receberam três ou mais doses da vacina devem receber outra dose única de reforço. Adultos que não tenham tomado nenhuma dose contra a pólio devem completar o cronograma primário de vacinação contra a doença antes de embarcar.

Lugares: Europa, África e Ásia.

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Crédito da imagem: curtamais

Febre Amarela

A vacina contra a febre amarela é uma das mais importantes porque se trata de uma obrigatoriedade em escala mundial. A doença, que é transmitida por um mosquito infectado, causa dor de cabeça, febre, náusea e vômito. Para se prevenir, o recomendado é manter uma rotina de uso de repelentes, mesmo com a vacinação em dia. E como o Brasil é uma zona de risco, todos os brasileiros (viajantes ou não) devem tomar essa vacina.

Periodicidade: há a vacinação fracionada, que deve ser tomada duas vezes em um intervalo de oito anos, e a vacinação integral, que imuniza para a vida toda. Vale lembrar que para viagens ao exterior é aceita somente a certificação da dose integral. Fique de olho!

Lugares: América do Sul e África.

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Crédito da imagem: diarinho

Raiva

A vacina antirrábica humana é usada para evitar as coceiras, dores de cabeça e até mesmo o coma que a doença pode causar, lembrando que a raiva é grave e pode levar à morte em quase 100% dos casos. Além da preocupação com o bem-estar do animal, as pessoas também devem ter prudência: a raiva é transmitida pela saliva de animais contaminados.

Periodicidade: devem ser tomadas três doses com intervalo de sete dias entre cada uma. E também deve ser feito uma avaliação a cada viagem.

Lugares: Europa, Ásia e África.

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Crédito da imagem: pixabay

Meningite Meningocócica

Bastante comum entre as meningites, essa doença atinge principalmente crianças menores de 2 anos de idade, podendo contaminar também adultos e adolescentes. Entre os sintomas está a inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central e a infecção generalizada. Para se prevenir dessa doença, há duas opções de vacina: a vacina meningocócica B ou as vacinas conjugadas (C e ACWY).

Periodicidade: Para crianças, as doses variam de acordo com cada uma das vacinas. Em comum, as três exigem de duas a três doses no primeiro ano de vida e doses de reforço com idade a definir. Para adolescentes, são dadas duas doses em um intervalo de cinco anos. A dose é única para adultos, mas doses de reforço poderão ser recomendadas a critério médico e em caso de epidemia.

Lugares: Europa, América do Sul, África e Ásia

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Crédito da imagem: R7

Tríplice Viral

A Vacina Tríplice Viral protege o corpo de três doenças que são altamente contagiosas: o sarampo, a caxumba e a rubéola. Infectada pelo sarampo, a pessoa pode apresentar quadros de tosse, coriza, olhos inflamados, dor de garganta e febre. Quando é pela caxumba, as glândulas salivares ficam inchadas e doloridas, além da sensação de fadiga e a perda do apetite. Já no caso da rubéola, é comum febre ou mal-estar, dor de cabeça e erupções vermelhas na pele.

Periodicidade: crianças a partir dos 12 meses devem tomar uma dose nesse período e um reforço entre os 15 e 24 meses. Crianças a partir dos 2 anos de idade e adultos devem tomar duas doses com intervalo mínimo de um mês.

Lugares: Europa.

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Crédito da imagem: filhosetal

Tétano

Trata-se de uma bactéria encontrada no ambiente sob a forma de esporos. Ao contaminar ferimentos, a doença irá atuar em terminais nervosos e pode chegar até mesmo a comprometer a musculatura respiratória. A vacina que previne contra o tétano pode ser tanto a antitetânica (TT) quanto a vacina dupla (dT), que inclui na mesma dose a prevenção contra a Difteria.

Periodicidade: Enquanto criança, são dadas três doses ao longo do primeiro ano de vida. O reforço acontece aos 15 meses e outro entre 4 e 6 anos de idade. Após esse tempo, a cada 10 anos deve ser feito novo reforço para assegurar a proteção completa. Adultos que nunca foram vacinados devem receber três doses da vacina dupla, respeitando o intervalo de pelo menos 30 dias entre elas. Após as três doses, é preciso de uma dose de reforço a cada 10 anos.

Lugares: África, Europa, América do Norte, América Central, América do Sul e Ásia

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Crédito da imagem: Imunizzare

Difteria

A Difteria, assim como o tétano, é uma doença grave e atinge principalmente as vias respiratórias. A vacinação contra ela evita que pessoas de qualquer faixa etária adoeçam.

Periodicidade: Enquanto criança, são dadas três doses ao longo do primeiro ano de vida. O reforço acontece aos 15 meses e outro entre 4 e 6 anos de idade. Após esse tempo, a cada 10 anos deve ser feito novo reforço para assegurar a proteção completa. Adultos que nunca foram vacinados devem receber três doses da vacina dupla, respeitando o intervalo de pelo menos 30 dias entre elas. Após as três doses, é preciso de uma dose de reforço a cada 10 anos.

Lugares: África, Europa, América Central, América do Sul e Ásia

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Crédito da imagem: bibliofarma

Hepatite A e B

É recomendável tomar as vacinas contra a Hepatite A e B principalmente se a viagem inclui passagens por regiões litorâneas e onde o saneamento básico é precário. Embora os nomes sejam parecidos, os vírus são diferentes. A hepatite A ataca o figado e pode causar cansaço, perda de apetite, calafrios, debilidade muscular e febre. Já a hepatite B proporciona dor nas juntas, urticária, pele e olhos amarelados, fadiga, perda de apetite e febre. Vale lembrar que esta última é considerada uma doença sexualmente transmissível, então é preciso redobrar os cuidados durante as relações.

Periodicidade: duas doses, com intervalo de seis meses, uma vez na vida.

Lugares: América do Norte, América Central, América do Sul, África, Ásia e Europa

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Crédito da imagem: Costa leste

Febre Tifóide

Em relação a essa doença, também é preciso ter cuidado com locais em que o saneamento básico não seja adequado. Os sintomas mais comuns são dor de cabeça, retardamento do ritmo cardíaco, aumento do volume do baço, manchas rosadas no tronco, prisão de ventre ou diarreia, calafrios e febre.

Periodicidade: uma dose a cada três anos

Lugares: Ásia, África, Europa, América Central e América do Sul

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Crédito da imagem: tnh1

Gripe

Por fim, sempre bom lembrar de uma das doenças mais comuns que chega a todas as pessoas em algum momento da vida: a gripe. Dores na articulação, tosse forte ou leve, nariz escorrendo, febre e dor de cabeça são alguns dos sintomas desse vírus que é uma “epidemia global” devido à facilidade para a circulação. Mas se feita a vacinação, todas essas manifestações podem ser evitadas.

Periodicidade: a proteção começa a cair após alguns meses, então o ideal é que a dose seja tomada anualmente.

Lugares: o mundo todo.

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Crédito da imagem: Ajuricaba

As normas mudam de país para país, mas a recomendação da Anvisa é que qualquer vacinação seja resolvida entre seis e oito semanas antes da viagem. Além de estar com a carteirinha atualizada, nos casos internacionais é preciso emitir o Certificado Internacional de Vacinação da Anvisa, que vai comprovar a condição do passageiro e permitir seu embarque.

Acima, você encontrou a lista das vacinas mais comuns. Para conferir de forma completa e sempre atualizada, recomendamos acompanhar o site da Anvisa. Por lá, você encontrará todas as orientações relacionadas à saúde de cada nação e saberá com rapidez caso alguma nova epidemia – e consequentemente nova recomendação de vacina – aconteça.

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